domingo, 30 de novembro de 2008

The beginning song...




Don't walk away
Cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Don't turn away
It's time to stay
There's nothing more

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Grrr!

Para não variar o mau humor que se tem sentido nos últimos dias...


Se há coisa pior do que uma gaja sonsa, é um gajo sonso! E isto é o que eu vos digo!

domingo, 23 de novembro de 2008

Urgente! Procura-se!

Procura-se um arquitecto jovem, meigo e atraente. Que seja do FCP e não seja dado a neuras, fanatismos, ideias bizarras ou coisas que tal! Deverá ter pelo menos 1,80 e ser jeitozinho, na medida do possível! Dá-se preferência a morenos, embora também se aceitem loiros (não somos esquisitas).

Dão-se alvíssaras!

(Depois diz que eu não ando à procura!)



Adenda pós-revisão

O mocinho em questão deverá ter uma idade compreendida entre os 27 e... depois logo se vê.
Deverá também possuir um espírito alegre, ser um bom conversador e com um sentido de humor apurado e refinado. Premeia-se também a inteligência (não a bacoca, claro!).
(Tu diz, amori, que eu acrescento!)

Ora bem... a modos de que... então é assim...

Parece que sou eu que tenho que vir aqui animar isto, não é verdade?!

Parece que a sócia agora anda assim meia... vá... a precisar do meu mimo, não é?! (Isto é assim, amori... dá de umas para as outras!)

A questão que aqui se coloca, E MUITO BEM (porque reforço positivo é a nossa especialidade), é qual de nós anda pior... É que assim de repente, mas mesmo numa rapidinha (menos, Black... já sei) parece-me que eu ainda consigo bater-te aos pontos... (Já sei: muito, muito menos!!!!)

Por isso, eu pergunto: de que raio hei-de eu falar?! Hein?!

De termos escolhido um filme tuga para ver na sexta e TODOS aqueles mocinhos falarem em inglês?! (Vá, de vez em quando lá diziam algo em espanhol!)

De termos escolhido uma sala quase vazia mas o nosso encanto ter feito com que a filha de uma mulher da vida da nossa fila ter ficado CHEIA, obrigando-nos a ter no nosso colinho bolsas, cachecóis, casacos e pipocas?!

Ou será melhor eu contar no blog que me disseste algo como "mas uma sexshop blablabla" (que não interessa a ninguém porque a queríamos) quando à nossa frente apenas estava um casal de uma certa idade?!

Não me consigo decidir... Ajudas-me, amori?!

Eu dei-te miminho durante o filme... Dei ou não dei?!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Desafio...(a Black chateou-me para fazer isto, vá)

Vamos lá a isto então...

Colocar uma foto individual.

Vai esta por preguiça...

Escolher um/a cantor/a ou banda. Clã (após muitas escolhas...)

Responder dez perguntas com títulos de músicas desse cantor/a ou banda.

1. És homem ou mulher? Gueixa.

2. Descreve-te. I'm free.

3. O que as pessoas acham de ti? Carrossel dos Esquisitos.

4. Como descreves o teu último relacionamento? Sem freio.

5. Descreve o estado actual da tua relação com o/a teu/ tua namorado/a ou pretendente. O sopro do coração ou Mapa do desejo.

6. Onde querias estar agora? Abas do vento.

7. O que pensas a respeito do Amor? Para sempre.

8. Como é a tua vida? Dançar na corda bamba.

9. O que pedirias se pudesses ter um só desejo? Não vás!

10. Escreve uma frase sábia. Give peace a chance. (é cantada por eles...)


Passar o desafio a outros quatro bloggers (sem esquecer de os avisar).
Não me apetece! (Sim, sou mau feitio!)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Xiquinho

Não deve existir pior sensação do que a de perder um ente querido, seja ele familiar ou amigo. O sentir que nunca mais se verá essa pessoa, que nunca mais lhe tocaremos, que nunca mais chamaremos pelo seu nome é do mais brutal que existe. Sente-se um vazio inexplicável, uma dor indefinível que faz com que as lágrimas caiam sem qualquer controlo da nossa parte. Sentimo-nos pequeninos, frágeis, impotentes e acima de tudo, infinitamente tristes. Sabemos que a vida continua e que amanhã doerá menos, assim como nos dias que se seguem, mas até o amanhã chegar, ainda vivemos o hoje.


Não me morreu nenhuma pessoa, mas sinto como se me tivesse morrido alguém da minha família. Considero que os bichinhos que acolhemos na nossa casa e no nosso lar fazem parte da nossa família, porque partilham todo o nosso dia-a-dia. Não falam (pelo menos à nossa maneira) mas expressam, muitas vezes, mais amor e dedicação do que algumas pessoas.


O Xiquinho, (título do post) era o meu gatinho. De produção caseira, como eu costumava dizer, porque nasceu em minha casa, da gatinha que eu já tinha. Nasceu e cresceu sempre connosco, sempre cheio de amor, de mimo e de regalias porque era considerado um principezinho. Era cinzentinho com uns olhos verdes muito brilhantes, terrivelmente meigo e comilão. Podia estar aqui a escrever durante muito tempo sobre as suas tropelias e brincadeiras, mas prefiro guardar essas memórias bem junto do meu coração. Refiro só que ele tinha (tal como todos os gatos) uma grande necessidade de liberdade. E como tal, fazia birra para ir à rua (neste caso era para os campos que existem nas traseiras da minha casa) todos os dias. E nós deixávamos, plenamente conscientes de que um dia ele podia ir para a zona dos carros... mas incapazes de lhe negar esse momento de liberdade que o caracterizava.

Não é preciso puxar muito pela imaginação para perceber o que aconteceu. Já há bastantes dias que ele não regressava a casa... temíamos o pior, mas havia sempre a esperança, porque ele voltava sempre. Mas desta vez não voltou...Não sei quando foi ou como foi, mas descobrimo-lo hoje caído perto de uma silvas, onde alguém o pousou depois de um carro lhe ter batido. Agradeço à pessoa que o posou lá porque teve a decência de o tirar do meio da estrada onde muitos jazem, dando assim um descanso ao seu corpo. Agora, será colocado no nosso quintal, perto de nós, porque foi um de nós.


Dizem que os animais não têm alma, mas eu digo que eles têm coração. E isso basta.

sábado, 15 de novembro de 2008

Road Rage...ou como há certas classes de animais vertebrados mas acéfalos, que são capazes de me transformar numa potencial assassina

(Bem... ganda título, não é? Faz lembrar aquele álbum da Fiona Apple...)

Local: A41 e A28.
Hora: Não especificada... isto pode acontecer quando menos se espera.
Personagens: Geralmente eu (no meu carro) e o/os ser/seres acéfalos (ou nas suas carrinhas supersónicas ou também nas suas bombasmobile azeiteiradas).
Situação: O ser acéfalo está como a Jaciara do Deco, vulgo, com fogo no pandeiro, também conhecido como cheio de pressinha.

Minha boa gente... não me considero uma coninhas na estrada. Se é para andar, é para andar. E auto-estrada não serve para ver a paisagem. Serve para chegar mais directamente/rapidamente um lugar. Como tal, tenho a plena consciência de que muitas vezes não cumpro o que a lei dita e carrego um bocado mais no pedal. Também, se me apetece ir um pouco mais devagar, tento não atrapalhar ninguém: arrumo-me para o ladito e deixo-me lá estar até chegar à minha saída.

Mas... (e há sempre um mas) há as pessoas que conduzem e depois há a classe de animais vertebrados mas acéfalos que também conduzem (infelizmente). Aposto que não há ninguém neste mundo que ainda não tenha travado conhecimento com estes seres. Vêm com a mania que têm sempre muitíssima pressa e se um comum mortal tiver a infeliz ideia de estar a ultrapassar no preciso momento em que ele também está, tá o caldo entornado!

Estes seres acéfalos são fáceis de reconhecer: geralmente pertencem àquelas empresas de distribuição rápida, tipo UPS ou então são os outros que têm a certeza de que são bons, de que o seu carro é bom e que conduz melhor e sempre mais rápido que o da frente. Estes seres são aqueles que começam a dar sinais de luzes ainda a três km de distância, acelerando freneticamente para ver se assustam; depois colam-se literalmente à traseira dos nossos carros, dando sinais de luzes como se fossem uma árvore de Natal.

Meus caros: se por uma sorte divina vocês vierem parar a este blog, aproveito para vos comunicar umas coisas:
1º Já tive um encontro mais do que imediato com um camião, que envolveu a minha traseira e a frente dele e sobrevivi. Por isso não vai ser a vossa chapita que me vai assustar.
2º Eu não sou certa. Significa isto que tenho dias bons e maus. Há uns em que não me estou para chatear, mas há outros em que vos aconselho a ter cuidado. Gosto imenso de travar quando menos se espera. Depois são vocês que se lixam e ainda me pagam por cima!
3ºConduzo todos os dias, já há muitos muitos dias e muitos km... por isso, não me venham com a treta de assustar a rapariguita, que vos faço a folha assim que puder.

Tenho dito!

Começo a achar...

...que isto dos blogs não é para mim. Não é necessariamente por falta de tempo nem até por falta de tema (a minha vida não é tão agitada como a da minha sócia, mas prontus, faz-se o que se pode)... Acho que no fundo sou mas é uma preguiçosa! É verdade! É mesmo por preguiça que não alimento o estaminé. Contudo, sou uma fiel e assídua leitora (e muito raramente comentadora) de blogs alheios. Vou descobrindo uns cantinhos novos de tempos a tempos, mas mantendo a minha fidelidade silenciosa aos antiguinhos. (Será que isto serve de alguma coisa?)

Bahhh!!! Tou sequinha...
(expressão, ultimamente, gasta por mim até à exaustão).

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Isto explica muita coisa


Rais parta a rinite e a sinusite!

É por isso que eu tenho aquela pontaria que leva a sócia a dizer "eu não te disse já para ires à bruxa"?

Eu não tenho culpa... é a falta de olfacto!


(Por acaso, esta declaração é uma grande mentira... apesar da rinite e da sinusite, quando recupero o olfacto ele é óptimo... Mas isto anda tão parado (OUVISTE OH MOÇA?!*) que me apeteceu vir aqui agitar as águas!)

*Se não ouviste, leste... e eu mais logo faço-te ouvir...